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Fies receberá crédito extraodinário de mais de R$ 2 bilhões

Programa já contabiliza 893 mil alunos em 2013; Ministério da Educação espera fechar o ano com 1 milhão de universitários
Enviado em 09 de Dezembro de 2013.
Assessoria de Imprensa

A Câmara dos Deputados aprovou em Plenário a MP 626/13 que concede mais R$ 2,5 bilhões para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O crédito extraordinário garantirá novos empréstimos a juros mais baixos aos alunos que queiram frequentar um curso superior privado. A medida segue para votação no Senado.

Nos últimos três anos, o número de alunos que utilizaram o Fies aumentou em mais de 10 vezes, e chegou a 893 mil este ano. Apenas no primeiro semestre deste ano, 327 mil novos contratos foram firmados, o equivalente a 87% do montante registrado em 2012.  A expectativa do Ministério da Educação (MEC) é que o programa termine o ano com 1 milhão de alunos. O aumento nas adesões ao programa foi verificado a partir de 2011, quando houve queda nos juros do financiamento, ampliação do prazo de carência e possibilidade de adesão em qualquer momento do ano.

"Nos últimos três anos, o número de alunos que utilizaram o Fies aumentou em mais de 10 vezes"

Criado em 1999, o Fies destina-se a financiar cursos de ensino superior em instituições privadas a estudantes que tenham renda familiar bruta de até 20 salários mínimos, cerca de R$ 13.560 reais. “É uma forma de auxiliar quem não tem renda compatível para participar do ProUni, por exemplo, mas também não tem condições financeiras suficientes para arcar com a mensalidade de um faculdade particular”, afirmou o deputado federal Leonardo Quintão.

O deputado ainda destacou a importância da liberação de mais recursos para o programa.  “Esse novo crédito é importante para garantir que mais jovens tenham condições de ingressar em uma faculdade”.

Além dos alunos, as faculdades e universidades também se vêem otimistas com a expansão do programa, que é visto como sinônimo de ganho certo e queda nos índices de inadimplência estudantil. Entre 2011 e 2012, o número de financiamento dobrou, chegando a 599 mil. (com informações da Agência Câmara)

 

 

Instituições de Ensino não poderão cobrar pela emissão do diploma

A medida vale para diploma, certificados, históricos escolares e outros documentos acadêmicos
Enviado em 22 de Agosto de 2013.
Assessoria de Comunicação

Universidades e Faculdades não mais poderão cobrar pela emissão e registro de diploma de curso superior e também pela via de documentos. A medida faz parte do Projeto de Lei 3866/12 aprovado na Câmara pela Comissão de Educação.

O projeto prevê gratuidade apenas para a primeira via do diploma e de documentos que incluem certificados, históricos escolares, certidões e declarações em geral, sobre qualquer assunto de natureza jurídica.

"Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos"

O deputado federal Leonardo Quintão, acredita que o custo da emissão desses documentos já esteja incluído no valor das mensalidades ou nos custos administrativos da instituição pública de ensino e, por isso, não se justifica a cobrança. “Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos. Isso é um direito do aluno, e não pode se transformar em um custo para ele ou sua família”, destacou. 

Apesar de comum em quase todas as universidades e faculdades brasileiras, a cobrança pelo diploma já é considerada ilegal pelo Conselho Federal de Educação, do Ministério da Educação. No entanto, a norma não vem sendo cumprida.

A proposta agora será analisada pelas comissões Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada em todas as comissões e, se não houver recurso, será dispensado a apreciação do PL no Plenário.

 

 

 

Instituições de Ensino não poderão cobrar pela emissão do diploma

A medida vale para diploma, certificados, históricos escolares e outros documentos acadêmicos
Enviado em 22 de Agosto de 2013.
Assessoria de Comunicação

Universidades e Faculdades não mais poderão cobrar pela emissão e registro de diploma de curso superior e também pela via de documentos. A medida faz parte do Projeto de Lei 3866/12 aprovado na Câmara pela Comissão de Educação.

O projeto prevê gratuidade apenas para a primeira via do diploma e de documentos que incluem certificados, históricos escolares, certidões e declarações em geral, sobre qualquer assunto de natureza jurídica.

"Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos"

O deputado federal Leonardo Quintão, acredita que o custo da emissão desses documentos já esteja incluído no valor das mensalidades ou nos custos administrativos da instituição pública de ensino e, por isso, não se justifica a cobrança. “Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos. Isso é um direito do aluno, e não pode se transformar em um custo para ele ou sua família”, destacou. 

Apesar de comum em quase todas as universidades e faculdades brasileiras, a cobrança pelo diploma já é considerada ilegal pelo Conselho Federal de Educação, do Ministério da Educação. No entanto, a norma não vem sendo cumprida.

A proposta agora será analisada pelas comissões Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada em todas as comissões e, se não houver recurso, será dispensado a apreciação do PL no Plenário.

 

 

 

Instituições de Ensino não poderão cobrar pela emissão do diploma

A medida vale para diploma, certificados, históricos escolares e outros documentos acadêmicos
Enviado em 22 de Agosto de 2013.
Assessoria de Comunicação

Universidades e Faculdades não mais poderão cobrar pela emissão e registro de diploma de curso superior e também pela via de documentos. A medida faz parte do Projeto de Lei 3866/12 aprovado na Câmara pela Comissão de Educação.

O projeto prevê gratuidade apenas para a primeira via do diploma e de documentos que incluem certificados, históricos escolares, certidões e declarações em geral, sobre qualquer assunto de natureza jurídica.

"Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos"

O deputado federal Leonardo Quintão, acredita que o custo da emissão desses documentos já esteja incluído no valor das mensalidades ou nos custos administrativos da instituição pública de ensino e, por isso, não se justifica a cobrança. “Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos. Isso é um direito do aluno, e não pode se transformar em um custo para ele ou sua família”, destacou. 

Apesar de comum em quase todas as universidades e faculdades brasileiras, a cobrança pelo diploma já é considerada ilegal pelo Conselho Federal de Educação, do Ministério da Educação. No entanto, a norma não vem sendo cumprida.

A proposta agora será analisada pelas comissões Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada em todas as comissões e, se não houver recurso, será dispensado a apreciação do PL no Plenário.

 

 

 

Instituições de Ensino não poderão cobrar pela emissão do diploma

A medida vale para diploma, certificados, históricos escolares e outros documentos acadêmicos
Enviado em 22 de Agosto de 2013.
Assessoria de Comunicação

Universidades e Faculdades não mais poderão cobrar pela emissão e registro de diploma de curso superior e também pela via de documentos. A medida faz parte do Projeto de Lei 3866/12 aprovado na Câmara pela Comissão de Educação.

O projeto prevê gratuidade apenas para a primeira via do diploma e de documentos que incluem certificados, históricos escolares, certidões e declarações em geral, sobre qualquer assunto de natureza jurídica.

"Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos"

O deputado federal Leonardo Quintão, acredita que o custo da emissão desses documentos já esteja incluído no valor das mensalidades ou nos custos administrativos da instituição pública de ensino e, por isso, não se justifica a cobrança. “Tanto as instituições privadas, quanto as públicas, não devem cobrar pelo diploma e outros documentos acadêmicos. Isso é um direito do aluno, e não pode se transformar em um custo para ele ou sua família”, destacou. 

Apesar de comum em quase todas as universidades e faculdades brasileiras, a cobrança pelo diploma já é considerada ilegal pelo Conselho Federal de Educação, do Ministério da Educação. No entanto, a norma não vem sendo cumprida.

A proposta agora será analisada pelas comissões Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada em todas as comissões e, se não houver recurso, será dispensado a apreciação do PL no Plenário.